18/02/2019

Cuidado com a intoxicação alimentar

Condições precárias de saneamento, baixa qualidade da água para consumo humano e práticas inadequadas de higiene pessoal. Esses são alguns dos fatores responsáveis pela intoxicação alimentar.  

Classificada como uma das Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), a infecção alimentar é um problema mundial. De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença responde pela morte de cerca de 351 mil pessoas por ano.  

Para evitá-la, é preciso fazer o controle eficiente da manipulação dos alimentos em todas as etapas de preparo. No entanto, a mudança de hábitos e a rotina agitada que leva as pessoas a consumirem alimentos fora do ambiente doméstico, compromete a eficácia desse controle.  

Os sintomas da intoxicação alimentar variam de acordo com o organismo, da quantidade e do tipo de substância ingerido, podendo ir de vômitos e diarreia a febre e alteração da visão. Para adultos sadios, a maioria das DTAs dura poucos dias e não deixa sequelas. Já para crianças, idosos, gestantes e imunocomprometidos, o quadro representa um risco maior. Portanto, se você suspeita da doença, procure um profissional da saúde. Além disso, esteja sempre atento à manipulação dos alimentos.

Cuide bem dos alimentos:       

Deixe frutas, verduras e legumes de molho em uma solução de hipoclorito de sódio e água antes de consumi-los. A medida ideal é uma colher de chá para cada litro de água.

  • Lave os ovos, um a um, com água potável antes do uso.
  • Mantenha alimentos quentes a 60°C ou mais. Os frios devem ser mantidos abaixo de 5ºC.
  • Não beba leite nem seus derivados crus. Esses alimentos devem passar por pasteurização, esterilização (UHT) ou fervura.
  • Evite preparações culinárias que contenham ovos crus (gemada, ovo frito mole, maionese caseira).